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sábado, 18 de maio de 2013





Se prende fuego mi pelo, mi piano,
mis discos, la ropa y el perro;
puede ser que otra vez no sea cierto
pero siento como el fuego me quema por dentro.

Porque tanto te quise y tanto te quiero, siempre una marca tuya llevara mi corazón. Disculpa si te parece raro, pero comparto la opinión que escuche en una canción: "Si la amas déjala ser, si la quieres déjala volar "
Nunca fui tu patrónno quisiera cambiarte y no quiero que pierdas tu personalidad... 

Nunca Quise - Intoxicados

É absurdo, abstrato e tão estranho ...
Desconhecido tal como terra desabitada,
Embriagado em tamanha insanidade,
Que desconhece a racionalidade,
É sublime em meio ao ódio,
Faz o amor presente em tempos de guerra ...
Coração valente!
Coração doente!
Que mais dos seres humanos tu esperas?
Que apague o fogo? Desfaça a nuvem de fumaça?
Que tire as máscaras?
Oh coração! Nem sei o que tu és agora ...





By: Larissa Lunelli
Duo

Há sempre um pouco mais em mim,
Dualidades que brigam por espaço,
Forças contrárias que me arrastam,                    
Por vezes, me deixam louca (...)

E todos os dias eu procuro o caminho,
Mas sempre encontro paisagens diferentes,
Venho criando cenários complexos,
Labirintos que nunca chegam ao fim.

Já estou ofegante e me sinto pequena,
Tão perdida quanto o tempo que não volta,
Sinto que me esqueci no meu próprio eu,
Que anceia por respostas sem conclusões (...)

É realmente uma bagunça tão grande,
Que não consigo mais disfarça- lá,
Ela é notável a qualquer olhar mais atento,
Mesmo assim, nenhuma opinião me basta.

Escrever tem sido a brevia solução encontrada,
Um meio de desabrochar o que está guardado,
Tentar compreender os alertas da mente,
Ou simplesmente, ecoar no silêncio da palavra.

E de tanto pensar, já não penso (...) 
E de tanto amar, já não amo (...)
Tanto senti, que me tornei alguém vazio (...)
Tanto quis, que nada tenho além de mim.


By: Larissa Lunelli 18/05 ao 12:33 manhã


terça-feira, 14 de maio de 2013

Ao avesso


Em qual estrada nos perdemos pela primeira vez?
E se nós pudêssemos voltar os passos (...)
Evitaríamos o tropeço?

Ou cairíamos num outro burraco?                  
Escolheríamos o próximo caminho errado?
Ou apenas seguiríamos firme e fortes (...)

Eis que moram dúvidas em mim,
Corre o medo em minhas veias,
Aflições atingem minha alma.

Confio meu pensamento a intuição,
Não procuro os fatos em minha mente,
Desvio os caminhos que me levam a ti.

Seco todas as lágrimas sem titubear,
Prometi me reinventar,
Escrever outro final, outra estória.

Tenho todos aqueles fantasmas,
Todos os mesmos velhos sonhos,
Mas preciso me libertar desta prisão.

Existem amores que consomem nosso ser,
E saudades que parecem eternas,
Lembranças deveras dolorosas.

Como também, existem portas (...)
E existem janelas,
Eu vou sair, eu não vou parar!

Em algum canto, dentro de mim (...)
Eu vou me encontrar,
Com ou sem você.

Pois este ar, só eu posso respirar!
Esta vida é minha,
Não posso perdê-la.

Não posso me recostar,
Não posso chorar,
Não devo cair!

E ainda que nada tenha ligação (...)
Que todo sentido acabe,
Mesmo que termine num segundo (...)

Usarei este piscar de lucidez,
Rápido como raio que cai,
Serei novo, terei brilho!

Arrancando o cheiro da tua pele,
Tirando você de mim (...)
Me livrando do pecado.

Serei silêncio que tudo diz (...)
Serei tua garota, tua antiga rainha.
Você se lembrará.

Tudo de mim um dia tiveste,
E hoje é só mais um dia,
Deste mesmo calendário (...)

Dias iguais,
Dias normais,
Tu não me encontras.

By: Larissa Lunelli 14/05 00:15 





segunda-feira, 13 de maio de 2013


Mas eu ateei fogo à chuva
E nos joguei nas chamas
Bem, me pareceu que algo morreu
Porque eu sabia que aquela era a última vez, a última vez!

domingo, 12 de maio de 2013


Fatos Reais


Estou caminhando,
Seguindo minha vida, 
Procuro respostas com pressa,
Amor em dose alta.

Lágrimas eu quero deixar,
Minhas tristezas enterrar,
Acreditar que será diferente,
Eu vou sorrir.

Mais uma vez,
Eu disse adeus,
Mas, voltei atrás,
Trouxe as lembranças.

Aquele mesmo gosto,
O beijo quente,
O coração acelerado,
Porém, algo mudou.

Eu abri meu leque,
Me entreguei,
A quem nunca pude imaginar,
Deixei que a paixão chegasse.

Decidi não sofrer,
Engoli toda minha raiva,
Guardei o que era bom,
Um pouco mais do mesmo.

Nesta caminhada,
Muito aconteceu,
Quebrou o elo intacto,
Que já não o era mais.

Eu fui a última a saber,
E esperei que você voltasse,
Que me pedisse perdão,
Nem que fosse por consideração.

Nada disso aconteceu,
E minha nova afeição,
Bem, ela cresceu
E me ajudou.

Hoje, não podemos ser iguais,
Não somos mais um par,
Somos estranhos conhecidos,
Brincando com o tempo.

Eu sei e você também,
É triste quando chega o fim,
Mas, você deixou,
Não há como negar.

Não serei mais tua metade,
Carrego comigo uma outra parte,
De um outro alguém,
Que me devolveu o chão...

Aquele que você me tirou.

By: Larissa Lunelli 12/05 22: 08


quarta-feira, 8 de maio de 2013


Um homem só encontrou a mulher ideal quando olhar no seu rosto e ver um anjo, e tendo-a nos braços ter as tentações que só os demônios provocam.

Pablo Picasso

terça-feira, 7 de maio de 2013

Visão distorcida


O que será que há por detrás daquela velha foto?
Será que ainda existe alguma luz?
Será que ainda existe algum jeito?
Eu quis você aqui comigo...
Ah! Como quis.
Desejei que você retornasse à nossa velha casa.
Que deitasse em nossa cama e me tomasse pelos braços.
Que olhasse firme em meus olhos e me amasse!
Que a dor em meu peito fosse só saudade (...)
E esse sentimento passasse quando a porta abrir trazendo você.
E me diga que foi só uma viagem boba,
Coisa à toa que se faz poucas vezes na vida.
Me conte sobre seus planos para o futuro,
Fale que foi tudo um pesadelo (...)
Diga que nunca me enganou,
Que foi apenas meu e ninguém mais o tocou.
Me traga um buquê de flores,
Pronuncie palavras de um poema,
Me coloque em sua carona,
Me tire deste sofrimento (...)
Fale que me amou!
Que me amou verdadeiramente!
Que ainda me ama!
Volte, fique (...)
Apague minhas memórias,
Transforme o tempo,
Guarde seus segredos (...)
Mas, me ame.
Me ame está noite uma vez mais.
Me beije loucamente.
Me deixe recostar a face em teu ombro,
Bagunce estes lençóis (...)
Revire minha vida se preciso for!
E não diga nada (...)
Diga apenas;
Ainda é amor,
Sempre o foi.



segunda-feira, 6 de maio de 2013

Expectativas Contrárias 




Estranhos estes olhos teus, me fitam de maneira tão envolvente. São eles tão íntimos, tão desconhecidos (...)

Você vem e bagunça meu mundo. Me arranca o que ainda sobrou; meu orgulho!

Você diz o quanto errou e admiti que eu sempre fui e serei o teu grande amor (...)

Ei, meu bem.. Por que você agiu daquela maneira?!

Mais uma vez, eu me senti coagida...

Queria poder dizer: - Me abrace! Me abrace e não me solte! É tudo ruim sem você.

Então, logo chegam os pensamentos como alertas.

E eu não consigo lhe olhar sem sentir medo das lágrimas que derramei.

Passa uma corrente, uma brisa fria e triste entre nós.

Passa um desejo, um sentimento de abandonar tudo e apenas vivermos juntos, mais uma vez.

E neste tempo todo, me senti vazia como você também disse sentir-se.

Procurei respostas em minha mente, porém nunca encontrei o motivo real para seus erros.

Preferi dizer que não era amor.

Tranquei dentro de mim este sentimento, não o demonstrei (...) Queria alimentar a raiva!

De nada resolveu. No fundo, não sei sentir o ódio. Não finjo tão bem assim (...)

Passei muitas tardes, olhando aquele quarto. Procurando você em algum canto.

Chorei várias noites antes de adormecer. Em todas elas, prometi que seria a última vez, a última lágrima.

E quantas vezes pensei em te ligar... Para dizer que você era passado, que não fazia parte de mim.

Apenas para ter a certeza de que eu estava forte no propósito de esquecer-te.

Joguei as lembranças ao vento. Mas elas sempre voltavam mais fortes, como um vendaval!

E neste tempo, mesmo sem ver-te, sem dirigir a palavra à você ... Eu o trouxe comigo.

Passei dias procurando detalhes, qualquer notícia que fosse.

Desejei sua felicidade e sua ruína.

Não sabia dizer o que era essa raiva inconformada. Ou não queria dizer.

Calei-me tantas vezes... Suportei o silêncio mais cruel.

Tudo por conta do medo. A decepção vinha de sobreaviso.

Descobri assim que, um dia você tem tudo!

Você sente amor, você respira amor. E tantos momentos de felicidade.. Ah! Quantos!

No outro, falta-lhe o chão, a coragem, a vontade. Sobra dor, tristeza sem fim.

E nesta corda- bamba eu vou equilibrando-me.

Procurando não cair em teus abraços... Ou tentando.

Traçando um horizonte novo, uma perspectiva verdadeira.

Ainda carrego sonhos e tenho pesadelos.

E há coisas que só o tempo poderá responder-me.

Como também, há coisas que só eu sei e não devo lhe dizer.



By: Larissa Lunelli 19:59 06/05/2013