Você está sempre indo e vindo;
Tudo bem. Eu já vesti minha armadura.
Este blog é mais do que palavras formuladas, é uma forma de dar vida a sentimentos, pensamentos, idéias e pessoas. Nem todas as coisas aqui escritas dizem respeito a mim, mas talvez a muitos personagens com os quais você pode se identificar. Porque a vida imita a arte, e a arte imita a vida.
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sexta-feira, 4 de novembro de 2016
domingo, 18 de setembro de 2016
domingo, 11 de setembro de 2016
segunda-feira, 5 de setembro de 2016
Cativeiro
Sonhando alto meu bem (...)
Voamos alto, muito alto.
Carregamos dores maiores do que pensávamos suportar,
Éramos tanto, éramos cegos e loucos.
Éramos uma paixão louca, um frêmito sem momento para acabar!
Fomos um casal bonito, até os olhares alheios nos enxergarem.
Até o ponto em que nossos fantasmas ainda não estavam soltos.
Mas sabe-se, para todo fim há um momento de acabar.
É uma redundância, eu sei. Das maiores, é sim.
Mas custou,
Sofremos para entender que o fim, é fim sim.
E que tudo que continuar depois dele é só sofrimento.
E que é melhor encarar as nossas feiuras no espelho,
Pois não há como exigir o sol onde cai apenas chuva.
E sei que parece estranho,
Já nos deitamos e nos deleitamos um no amor do outro,
E juramos tanto sentimento, tantos planos (...)
E agora passamos despercebidos um pelo outro,
Exatamente como dois desconhecidos.
Nos encaramos com gestos educados,
Dignos de uma mera convenção social entre dois estranhos,
Mas nossos olhares se reconhecem mesmo que friamente,
Eles guardam segredos eternos, aos quais jamais revelaremos.
Não te recordei pelo simples fato de teres sido o primeiro,
Mas de maneira singular tu me marcaste.
As vezes tuas lembranças vem com contornos bons,
Outros ruins.
E mesmo assim, não guardo mágoas de nós.
Apenas sei que de uma forma ou outra,
Foi preciso que as coisas ocorressem da maneira como foram.
Confesso, eu sabia que te encontraria lá.
Não é perseguição, muito menos quis lhe provar algo.
Somente senti necessidade de vê-lo outra vez.
Sem dizer nada, sem nem mencionar quem sou (...)
Precisava passar por ti e ver que estás bem,
Levando sua vida da forma que sempre foi.
E que me superaste, que todo aquele caos já passou.
Diga que passou (...)
Perdoe-me a indiscrição.
Eu sei, foi naquele bar.
É o que nos restou.
Dentre as voltas que a vida dá,
Não existe quem está por cima ou por baixo,
No fim a vida toma o rumo que nós deixamos ela tomar.
E assim foi conosco.
Me conheceste menina,
Hoje sou mulher!
E jamais atenderia tuas expectativas,
Mesmo que ainda estivéssemos unidos (...)
Você não sabia,
Mas eu precisava crescer.
Deixei à muito tempo de ser Lady,
Agora sou apenas Eu.
Sou o que posso.
Sou o que aprendi a Ser.
E por isto te digo,
Obrigada por me deixar ir.
Por Larissa Lunelli.
Sonhando alto meu bem (...)
Voamos alto, muito alto.
Carregamos dores maiores do que pensávamos suportar,
Éramos tanto, éramos cegos e loucos.
Éramos uma paixão louca, um frêmito sem momento para acabar!
Fomos um casal bonito, até os olhares alheios nos enxergarem.
Até o ponto em que nossos fantasmas ainda não estavam soltos.
Mas sabe-se, para todo fim há um momento de acabar.
É uma redundância, eu sei. Das maiores, é sim.
Mas custou,
Sofremos para entender que o fim, é fim sim.
E que tudo que continuar depois dele é só sofrimento.
E que é melhor encarar as nossas feiuras no espelho,
Pois não há como exigir o sol onde cai apenas chuva.
E sei que parece estranho,
Já nos deitamos e nos deleitamos um no amor do outro,
E juramos tanto sentimento, tantos planos (...)
E agora passamos despercebidos um pelo outro,
Exatamente como dois desconhecidos.
Nos encaramos com gestos educados,
Dignos de uma mera convenção social entre dois estranhos,
Mas nossos olhares se reconhecem mesmo que friamente,
Eles guardam segredos eternos, aos quais jamais revelaremos.
Não te recordei pelo simples fato de teres sido o primeiro,
Mas de maneira singular tu me marcaste.
As vezes tuas lembranças vem com contornos bons,
Outros ruins.
E mesmo assim, não guardo mágoas de nós.
Apenas sei que de uma forma ou outra,
Foi preciso que as coisas ocorressem da maneira como foram.
Confesso, eu sabia que te encontraria lá.
Não é perseguição, muito menos quis lhe provar algo.
Somente senti necessidade de vê-lo outra vez.
Sem dizer nada, sem nem mencionar quem sou (...)
Precisava passar por ti e ver que estás bem,
Levando sua vida da forma que sempre foi.
E que me superaste, que todo aquele caos já passou.
Diga que passou (...)
Perdoe-me a indiscrição.
Eu sei, foi naquele bar.
É o que nos restou.
Dentre as voltas que a vida dá,
Não existe quem está por cima ou por baixo,
No fim a vida toma o rumo que nós deixamos ela tomar.
E assim foi conosco.
Me conheceste menina,
Hoje sou mulher!
E jamais atenderia tuas expectativas,
Mesmo que ainda estivéssemos unidos (...)
Você não sabia,
Mas eu precisava crescer.
Deixei à muito tempo de ser Lady,
Agora sou apenas Eu.
Sou o que posso.
Sou o que aprendi a Ser.
E por isto te digo,
Obrigada por me deixar ir.
Por Larissa Lunelli.
terça-feira, 5 de julho de 2016
Minha máquina
Carrego uma pressa de vida em mim.
Começo o mês pensando em como será seu fim,
Entra ano e sai ano e eu aqui sempre cheia de planos!
Há uma ansiedade presente,
Tudo ganha urgência!
Sinto-me quase que sem freios,
Uma máquina que já não dá conta de tanta coisa por produzir...
Me perco em ideias,
Pensamentos mil.
Sonhos e mais sonhos,
Todos são desejos que não permitem espera!
As vezes penso se a menina que mora em mim dá conta dessa mulher...
Ela é tão forte, independente, corajosa.
Seu sobrenome é audácia!
Embora a inocência presente,
É a menina que puxa a mulher para a "terra".
É ela que coloca os pés impetulantes desta mulher bem firmes, grudadinhos no chão...
Porque se deixar, ah se deixar! Ela some, ela voa!
Ela muda de país,
De profissão,
Aprende outro idioma,
Se muda pro Japão!
Saí sexta de casa e volta na segunda,
Jura amor próprio,
Sucesso e satisfação!
Tudo para seu ego, seu patrão.
É por isto que a menina vive,
Ora uma fala mais alto,
Ora outra baixa a orelha..
É sempre está máquina trabalhando em conjunto,
Revezamento,
Ou numa disputa, sempre no meio à meio!
Ass: Larissa Lunelli
Carrego uma pressa de vida em mim.
Começo o mês pensando em como será seu fim,
Entra ano e sai ano e eu aqui sempre cheia de planos!
Há uma ansiedade presente,
Tudo ganha urgência!
Sinto-me quase que sem freios,
Uma máquina que já não dá conta de tanta coisa por produzir...
Me perco em ideias,
Pensamentos mil.
Sonhos e mais sonhos,
Todos são desejos que não permitem espera!
As vezes penso se a menina que mora em mim dá conta dessa mulher...
Ela é tão forte, independente, corajosa.
Seu sobrenome é audácia!
Embora a inocência presente,
É a menina que puxa a mulher para a "terra".
É ela que coloca os pés impetulantes desta mulher bem firmes, grudadinhos no chão...
Porque se deixar, ah se deixar! Ela some, ela voa!
Ela muda de país,
De profissão,
Aprende outro idioma,
Se muda pro Japão!
Saí sexta de casa e volta na segunda,
Jura amor próprio,
Sucesso e satisfação!
Tudo para seu ego, seu patrão.
É por isto que a menina vive,
Ora uma fala mais alto,
Ora outra baixa a orelha..
É sempre está máquina trabalhando em conjunto,
Revezamento,
Ou numa disputa, sempre no meio à meio!
Ass: Larissa Lunelli
segunda-feira, 12 de outubro de 2015
Sobre o dia 12 de Outubro.
Hoje estou triste...
Talvez, poderia ter sido uma data festiva, mas datas festivas não gostam de mim.
Tenho um certo receio de comemorar coisas boas da vida,
Acho que é porque de alguma maneira elas sempre escapam de mim.
Não me sinto segura quando tudo parece ir muito bem.
Pois de algum jeito, a vida prepara alguns tombos para mim.
Alguns dizem que eu sou neurótica,
Eu diria que já criei minha armadura conta tragédias e desilusões.
Nada até aqui foi fácil e por que agora seria?
Engane-se quem acredita que a vida é generosa!
Ela na verdade, não é fácil para ninguém.
Nem para os vivos e nem aos mortos!
Estamos em meio à um jogo de faz de conta.
Faz de conta que tudo vai bem.
Faz de conta que você se sente feliz, bem sucedido (a), seguro (a) e amado (a).
E quando fecham-se as cortinas, nós é que sabemos o desespero que vem.
Afinal, é mais fácil chorar quando ninguém o vê!
Lágrimas quase sempre são incompreendidas por quem as enxergam do lado de fora.
Mas hoje não fingirei minha tristeza.
Simplesmente não consigo.
Quem sabe algumas datas deveriam ser menos importantes do que parecem para mim...
Talvez eu devesse mesmo deixar pra lá.
Porém, sou um ser inconformado com o comum e banal.
Habita em mim uma droga que deseja tudo em volume máximo!
Se quiseres me ouvir, tudo bem.
Se desejares ignorar, está ok também.
Afogarei este mal entendido com álcool em garrafa.
Ouço agora uma boa música.
Minha mente voa,,,
Voa,,,
Voa...
By.: Larissa Lunelli, às 22:31, sozinhas com as letras.
Hoje estou triste...
Talvez, poderia ter sido uma data festiva, mas datas festivas não gostam de mim.
Tenho um certo receio de comemorar coisas boas da vida,
Acho que é porque de alguma maneira elas sempre escapam de mim.
Não me sinto segura quando tudo parece ir muito bem.
Pois de algum jeito, a vida prepara alguns tombos para mim.
Alguns dizem que eu sou neurótica,
Eu diria que já criei minha armadura conta tragédias e desilusões.
Nada até aqui foi fácil e por que agora seria?
Engane-se quem acredita que a vida é generosa!
Ela na verdade, não é fácil para ninguém.
Nem para os vivos e nem aos mortos!
Estamos em meio à um jogo de faz de conta.
Faz de conta que tudo vai bem.
Faz de conta que você se sente feliz, bem sucedido (a), seguro (a) e amado (a).
E quando fecham-se as cortinas, nós é que sabemos o desespero que vem.
Afinal, é mais fácil chorar quando ninguém o vê!
Lágrimas quase sempre são incompreendidas por quem as enxergam do lado de fora.
Mas hoje não fingirei minha tristeza.
Simplesmente não consigo.
Quem sabe algumas datas deveriam ser menos importantes do que parecem para mim...
Talvez eu devesse mesmo deixar pra lá.
Porém, sou um ser inconformado com o comum e banal.
Habita em mim uma droga que deseja tudo em volume máximo!
Se quiseres me ouvir, tudo bem.
Se desejares ignorar, está ok também.
Afogarei este mal entendido com álcool em garrafa.
Ouço agora uma boa música.
Minha mente voa,,,
Voa,,,
Voa...
By.: Larissa Lunelli, às 22:31, sozinhas com as letras.
sexta-feira, 3 de julho de 2015
É inverno. Chegada do frio.
Estação namorada do vazio.
Daqueles que não se aquecem, mas se perdem.
Mil pensamentos que se desencontram.
Sempre estacionam na mesma lembrança...
Parecida com a saudade que a gente tem da infância.
Acho que a pior certeza é a de não ter certeza alguma,
Eu sei que a vida demora a desdobrar suas ciladas,
E deste aprendizado guardei várias lágrimas.
Outras, não deixei cair.
Devo me sentir mais forte desde a última queda.
Certas coisas não se pode entender, mas muitas supera-se!
Da fragilidade pela tua falta, espero estar livre.
Pois é fato, de estação à estação, chega-se ao sol.
Por: Larissa Lunelli em 03/07/2015 às 18:59 hrs
Estação namorada do vazio.
Daqueles que não se aquecem, mas se perdem.
Mil pensamentos que se desencontram.
Sempre estacionam na mesma lembrança...
Parecida com a saudade que a gente tem da infância.
Acho que a pior certeza é a de não ter certeza alguma,
Eu sei que a vida demora a desdobrar suas ciladas,
E deste aprendizado guardei várias lágrimas.
Outras, não deixei cair.
Devo me sentir mais forte desde a última queda.
Certas coisas não se pode entender, mas muitas supera-se!
Da fragilidade pela tua falta, espero estar livre.
Pois é fato, de estação à estação, chega-se ao sol.
Por: Larissa Lunelli em 03/07/2015 às 18:59 hrs
terça-feira, 3 de fevereiro de 2015
(...)
Agora eu vejo você em pé com folhas secas em volta e neve em seu cabelo
Agora nós estamos sorrindo pela janela do rústico hotel sobre a praça Washington
Nossa respiração vem em nuvens brancas, se mistura e paira no ar
Falando só para mim que nós dois poderíamos ter morrido lá e naquele momento
Agora você está me dizendo que você não está com saudades
Então me dê outra palavra para isso
Você era tão boa com palavras
E em deixar as coisas vagas
Pois eu preciso daquelas coisas vagas novamente
Tudo isso volta claramente, sim, eu te amo
E se você está me oferecendo diamantes e ferrugem, eu já paguei
Mas nós sabemos o que as memórias podem trazer
Elas trazem diamantes e ferrugem
Sim nós sabemos o que as memórias podem trazer
Elas trazem diamantes e ferrugem
Diamantes, diamantes e ferrugem
Diamantes, diamantes e ferrugem
Diamantes, diamantes e ferrugem
Diamantes, diamantes e ferrugem
Judas Priest
Agora eu vejo você em pé com folhas secas em volta e neve em seu cabelo
Agora nós estamos sorrindo pela janela do rústico hotel sobre a praça Washington
Nossa respiração vem em nuvens brancas, se mistura e paira no ar
Falando só para mim que nós dois poderíamos ter morrido lá e naquele momento
Agora você está me dizendo que você não está com saudades
Então me dê outra palavra para isso
Você era tão boa com palavras
E em deixar as coisas vagas
Pois eu preciso daquelas coisas vagas novamente
Tudo isso volta claramente, sim, eu te amo
E se você está me oferecendo diamantes e ferrugem, eu já paguei
Mas nós sabemos o que as memórias podem trazer
Elas trazem diamantes e ferrugem
Sim nós sabemos o que as memórias podem trazer
Elas trazem diamantes e ferrugem
Diamantes, diamantes e ferrugem
Diamantes, diamantes e ferrugem
Diamantes, diamantes e ferrugem
Diamantes, diamantes e ferrugem
Judas Priest
domingo, 11 de janeiro de 2015
Mais de Mim
Você me olha como se não pudesse entender,
Me sinto um enigma em sua cabeça (...)
De alguma forma, a maior parte das minhas atitudes,
Parece irracional para você,
Você não pode compreender minha mente,
Você desconhece o que eu carrego em meu coração.
Eu me sinto uma completa desconhecida para você.
No fundo, eu só queria que o dia terminasse bem (...)
O horizonte mais bonito,
É tão longe de onde estou (...)
O dia está tão quente e vibrante,
E eu continuo aqui, na escuridão deste vazio.
Não há quem me acompanhe (...)
Eu sinto vontade de gritar!
Você não pode compreender,
É torturante!
É uma falta de um não sei o quê ,
Misturado com uma fissura por isolamento.
No fundo, eu só queria que o dia terminasse bem (...)
Acho que você nunca vai descobrir,
O quanto é difícil ser eu!
E hoje, não há com quem falar (...)
Só silêncio perdido,
Talvez uma música triste de fundo.
Sua paciência não é suficiente baby,
Porque você precisa é me conhecer (...)
Então, você entenderia que minha frieza é só casca.
Na verdade, sou mais frágil que um cristal.
Tudo bem, não é sua obrigação saber (...)
Não é.
Só queria que tu soubesse que (...)
No fundo, eu só queria que o dia terminasse bem.
Porém infelizmente, não foi assim.
By: Larissa Lunelli 11/01/14 às 23:09
Você me olha como se não pudesse entender,
Me sinto um enigma em sua cabeça (...)
De alguma forma, a maior parte das minhas atitudes,
Parece irracional para você,
Você não pode compreender minha mente,
Você desconhece o que eu carrego em meu coração.
Eu me sinto uma completa desconhecida para você.
No fundo, eu só queria que o dia terminasse bem (...)
O horizonte mais bonito,
É tão longe de onde estou (...)
O dia está tão quente e vibrante,
E eu continuo aqui, na escuridão deste vazio.
Não há quem me acompanhe (...)
Eu sinto vontade de gritar!
Você não pode compreender,
É torturante!
É uma falta de um não sei o quê ,
Misturado com uma fissura por isolamento.
No fundo, eu só queria que o dia terminasse bem (...)
Acho que você nunca vai descobrir,
O quanto é difícil ser eu!
E hoje, não há com quem falar (...)
Só silêncio perdido,
Talvez uma música triste de fundo.
Sua paciência não é suficiente baby,
Porque você precisa é me conhecer (...)
Então, você entenderia que minha frieza é só casca.
Na verdade, sou mais frágil que um cristal.
Tudo bem, não é sua obrigação saber (...)
Não é.
Só queria que tu soubesse que (...)
No fundo, eu só queria que o dia terminasse bem.
Porém infelizmente, não foi assim.
By: Larissa Lunelli 11/01/14 às 23:09
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