The scent of magic, the beauty that's been
Este blog é mais do que palavras formuladas, é uma forma de dar vida a sentimentos, pensamentos, idéias e pessoas. Nem todas as coisas aqui escritas dizem respeito a mim, mas talvez a muitos personagens com os quais você pode se identificar. Porque a vida imita a arte, e a arte imita a vida.
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quinta-feira, 30 de maio de 2013
sábado, 25 de maio de 2013
Direção
Quando é tarde,
Quando o relógio girou,
E não parou nenhum ponteiro.
Quando falar é custoso,
E não falar é o mesmo,
Que dizer muito.
Nosso castelo de areia,
Desmoronando,
Juntando lembranças.
E todo fogo apagado,
Não há referências,
Nada que sobrou.
O coração desorientado,
Olha para os lados,
Procura direção.
Ninguém entende,
Não há quem saiba,
A dor deste sentimento.
A incerteza sobre os fatos,
As mesmas justificativas,
Aquele retrato.
As pessoas querem sacudir,
Dizem que você deve levantar,
Mas elas te derrubam, te interram!
No fim, só você sabe,
Tudo que há guardado,
Apenas você é sua salvação.
By: Larissa Lunelli
sábado, 18 de maio de 2013
Porque tanto te quise y tanto te quiero, siempre una marca tuya llevara mi corazón. Disculpa si te parece raro, pero comparto la opinión que escuche en una canción: "Si la amas déjala ser, si la quieres déjala volar "
Nunca fui tu patrón, no quisiera cambiarte y no quiero que pierdas tu personalidad...
Nunca Quise - Intoxicados
É absurdo, abstrato e tão estranho ...
Desconhecido tal como terra desabitada,
Embriagado em tamanha insanidade,
Que desconhece a racionalidade,
É sublime em meio ao ódio,
Faz o amor presente em tempos de guerra ...
Coração valente!
Coração doente!
Que mais dos seres humanos tu esperas?
Que apague o fogo? Desfaça a nuvem de fumaça?
Que tire as máscaras?
Oh coração! Nem sei o que tu és agora ...

By: Larissa Lunelli
Duo

Há sempre um pouco mais em mim,
Dualidades que brigam por espaço,
Forças contrárias que me arrastam,
Por vezes, me deixam louca (...)
E todos os dias eu procuro o caminho,
Mas sempre encontro paisagens diferentes,
Venho criando cenários complexos,
Labirintos que nunca chegam ao fim.
Já estou ofegante e me sinto pequena,
Tão perdida quanto o tempo que não volta,
Sinto que me esqueci no meu próprio eu,
Que anceia por respostas sem conclusões (...)
É realmente uma bagunça tão grande,
Que não consigo mais disfarça- lá,
Ela é notável a qualquer olhar mais atento,
Mesmo assim, nenhuma opinião me basta.
Escrever tem sido a brevia solução encontrada,
Um meio de desabrochar o que está guardado,
Tentar compreender os alertas da mente,
Ou simplesmente, ecoar no silêncio da palavra.
E de tanto pensar, já não penso (...)
E de tanto amar, já não amo (...)
Tanto senti, que me tornei alguém vazio (...)
Tanto quis, que nada tenho além de mim.
By: Larissa Lunelli 18/05 ao 12:33 manhã

Há sempre um pouco mais em mim,
Dualidades que brigam por espaço,
Forças contrárias que me arrastam,
Por vezes, me deixam louca (...)
E todos os dias eu procuro o caminho,
Mas sempre encontro paisagens diferentes,
Venho criando cenários complexos,
Labirintos que nunca chegam ao fim.
Já estou ofegante e me sinto pequena,
Tão perdida quanto o tempo que não volta,
Sinto que me esqueci no meu próprio eu,
Que anceia por respostas sem conclusões (...)
É realmente uma bagunça tão grande,
Que não consigo mais disfarça- lá,
Ela é notável a qualquer olhar mais atento,
Mesmo assim, nenhuma opinião me basta.
Escrever tem sido a brevia solução encontrada,
Um meio de desabrochar o que está guardado,
Tentar compreender os alertas da mente,
Ou simplesmente, ecoar no silêncio da palavra.
E de tanto pensar, já não penso (...)
E de tanto amar, já não amo (...)
Tanto senti, que me tornei alguém vazio (...)
Tanto quis, que nada tenho além de mim.
By: Larissa Lunelli 18/05 ao 12:33 manhã
terça-feira, 14 de maio de 2013
Ao avesso
Em qual estrada nos perdemos pela primeira vez?
E se nós pudêssemos voltar os passos (...)
Evitaríamos o tropeço?
Ou cairíamos num outro burraco?
Ou cairíamos num outro burraco?
Escolheríamos o próximo caminho errado?
Ou apenas seguiríamos firme e fortes (...)
Eis que moram dúvidas em mim,
Corre o medo em minhas veias,
Aflições atingem minha alma.
Confio meu pensamento a intuição,
Não procuro os fatos em minha mente,
Desvio os caminhos que me levam a ti.
Seco todas as lágrimas sem titubear,
Prometi me reinventar,
Escrever outro final, outra estória.
Tenho todos aqueles fantasmas,
Todos os mesmos velhos sonhos,
Mas preciso me libertar desta prisão.
Existem amores que consomem nosso ser,
E saudades que parecem eternas,
Lembranças deveras dolorosas.
Como também, existem portas (...)
E existem janelas,
Eu vou sair, eu não vou parar!
Em algum canto, dentro de mim (...)
Eu vou me encontrar,
Com ou sem você.
Pois este ar, só eu posso respirar!
Esta vida é minha,
Não posso perdê-la.
Não posso me recostar,
Não posso chorar,
Não devo cair!
E ainda que nada tenha ligação (...)
Que todo sentido acabe,
Mesmo que termine num segundo (...)
Usarei este piscar de lucidez,
Rápido como raio que cai,
Serei novo, terei brilho!
Arrancando o cheiro da tua pele,
Tirando você de mim (...)
Me livrando do pecado.
Serei silêncio que tudo diz (...)
Serei tua garota, tua antiga rainha.
Você se lembrará.
Tudo de mim um dia tiveste,
E hoje é só mais um dia,
Deste mesmo calendário (...)
Dias iguais,
Dias normais,
Tu não me encontras.
By: Larissa Lunelli 14/05 00:15
Como também, existem portas (...)
E existem janelas,
Eu vou sair, eu não vou parar!
Em algum canto, dentro de mim (...)
Eu vou me encontrar,
Com ou sem você.
Pois este ar, só eu posso respirar!
Esta vida é minha,
Não posso perdê-la.
Não posso me recostar,
Não posso chorar,
Não devo cair!
E ainda que nada tenha ligação (...)
Que todo sentido acabe,
Mesmo que termine num segundo (...)
Usarei este piscar de lucidez,
Rápido como raio que cai,
Serei novo, terei brilho!
Arrancando o cheiro da tua pele,
Tirando você de mim (...)
Me livrando do pecado.
Serei silêncio que tudo diz (...)
Serei tua garota, tua antiga rainha.
Você se lembrará.
Tudo de mim um dia tiveste,
E hoje é só mais um dia,
Deste mesmo calendário (...)
Dias iguais,
Dias normais,
Tu não me encontras.
By: Larissa Lunelli 14/05 00:15
segunda-feira, 13 de maio de 2013
domingo, 12 de maio de 2013
Fatos Reais
Estou caminhando,Seguindo minha vida,
Procuro respostas com pressa,
Amor em dose alta.
Lágrimas eu quero deixar,
Minhas tristezas enterrar,
Acreditar que será diferente,
Eu vou sorrir.
Mais uma vez,
Eu disse adeus,
Mas, voltei atrás,
Trouxe as lembranças.
Aquele mesmo gosto,
O beijo quente,
O coração acelerado,
Porém, algo mudou.
Eu abri meu leque,
Me entreguei,
A quem nunca pude imaginar,
Deixei que a paixão chegasse.
Decidi não sofrer,
Engoli toda minha raiva,
Guardei o que era bom,
Um pouco mais do mesmo.
Nesta caminhada,
Muito aconteceu,
Quebrou o elo intacto,
Que já não o era mais.
Eu fui a última a saber,
E esperei que você voltasse,
Que me pedisse perdão,
Nem que fosse por consideração.
Nada disso aconteceu,
E minha nova afeição,
Bem, ela cresceu
E me ajudou.
Hoje, não podemos ser iguais,
Não somos mais um par,
Somos estranhos conhecidos,
Brincando com o tempo.
Eu sei e você também,
É triste quando chega o fim,
Mas, você deixou,
Não há como negar.
Não serei mais tua metade,
Carrego comigo uma outra parte,
De um outro alguém,
Que me devolveu o chão...
Aquele que você me tirou.
By: Larissa Lunelli 12/05 22: 08
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