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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Quero dias de calma, 
De sono profundo,
De sonhos bons,
Quero minhas certezas,
Quero saber o "X" da questão,
O valor da confissão,
Cansei das variáveis,
Das desculpas pessoais,
Das vontades reprimidas,
Do hoje com gosto de ontem,
Do arroz com feijão.
Eu quero viver sem medo,
Sem ressalvas sobre isto ou aquilo,
Eu quero acordar e ver o sol,
E saber caminhar quando chover.
Quero encontrar um ombro amigo,
Que não me julgue,
Que me ouça sem pretenção,
Eu não quero garantia total,
Não procuro felicidade eterna,
Eu busco só uma coisa;
- A incerteza sobre o futuro,
mas a garantia de que haverá mudança,
Uma mudança para melhor.


2 comentários:

  1. Um nome, apenas um nome, que mesmo pintando a pele e escondido detrás de uma cruz, ainda assim é realmente intenso, ainda me causa frenesi e loucura, ainda me eleva, ainda me tira do mundo por minutos, ainda... um nome que me lembra, que me faz sentir, que me faz chorar, que me faz triste, que me faz querer, desejar e arder...
    Ainda hoje o mesmo numero é usado no celular, ali espera uma ligação, aquela que se perdeu, que se calou, aquela nunca deveria ter deixado de ser feita, ainda espera o alcance distante de uma voz, um suspiro, um ola, um oi amor, ainda espera ardentemente palavras não ditas, desculpas imprecisas de erros incabíveis, desculpas que talvez nem existam, nem necessárias são, erros que não voltam, não há porquê de cultiva-los, erros são apenas erros, de um passado tão distante quanto a distancia, a falta , o calor, o desejo.
    Não há desculpas sim pela falta, pelo silencio, pela distancia, pela estranhes, por indecisão, por falta de atitude.
    Que pode se esperar de palavras soltas em um meio, sem muita atenção dispensada diretamente, sem ter tanto sentimento, jogadas ali apenas para enfeite, ou talvez por orgulho, ou ainda por prazer, o que?
    Desde... não tenho mais aquilo que era, nem sou mais aquilo que tinha, apenas sobrou-me "isso", que nem ao menos sei o que é, mas sei o que não é e não sou eu. A estrada ganhou rodas e assim deslizo diariamente pela terra sem muita determinação ou animação, enquanto que nada me impede a passagem, porém nada tem valor também.
    A até hoje a solidão me acompanha como que minha sombra, debaixo desse sol. Onde quer que eu vá, a insistência de um pensamento ainda me fornica as idéias, mas não me abala, ao contrario, me da algo pelo que viver, o pensamento de a sorte maldita que me cuspiu a cara um dia ainda se reconciliar comigo e voltar a me acompanhar, neste dia ainda peço a ela que à traga de volta pra mim, pois não desisti jamais daquilo que sinto, como não abandonei esperanças de a perfeição me dizer ola novamente e esquecer o que passou para juntar dois corações despedaçados novamente.
    Tudo um pouco ridículo e muito estranho talvez, porém como um antigo ditado, "se não podes contra vá então a favor". E esse celular que não toca, que patife, não sabe o quão espero e o quão almejo ele tocar................

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  2. Isto, exatamente isto, o silencio... perturbador e desgastante, ele que sempre imedia conversas, sempre responde minhas perguntas, sempre me aquece no frio e refresca no verão árduo... sempre ele que tens para mim.
    Será que terás coragem de me dar algo mais um dia ? Ou teremos que acordar de manhã com um rosto estranho ou desconhecido todos os dias. Sentir emoções banais apenas por estarmos vivos, quando poderíamos viver na crista da onda, fazer loucuras inimagináveis por amor...
    Porque não sinto seu cheiro em outrem, ou mesma afixação, desejo ou sentido...
    Porque você?????????????????????
    Mais porque não corresponde o mesmo??????????????
    Que problema. Mas sempre soube que seria assim, não seria de mais ninguém, incrivelmente ninguém, nem incompleto, quanto mais inteiro, pois não consigo ver mais belezas, apenas aquela cor cinza que conheces muito bem.
    Então conseguistes o que querias, tens tudo a que almejou, valeu a pena ?
    Fico constrangido de aqui dizer o que sinto, quando nada fiz de errado ....

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