Pesquisar este blog

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Decidi que não vou desejar Feliz Natal, Feliz Ano à ninguém!
Não vou ligar, mandar mensagem, deixar recadinhos nas redes sócias ...
Não, eu não uso Whatsapp ou como uns gostam de chamar,"whatss"!
Minha integração social acontece mais em minha mente e ocasiões triviais do dia à dia.
Não tenho paciência para superficialidades, bons modos e coisa e tal.
Sou muito direta, muito concisa no que penso e faço.
Eis um grande defeito, afinal o mundo não está disposto a ouvir verdades.
As pessoas gostam de se camuflar, e os outros gostam de fingir que acreditam!

Na maior parte do tempo, me sinto como alguém à parte ...
É como se eu não estivesse realmente presente nos ambientes onde necessito conviver.
Ouço as pessoas falando, vejo-as tomando atitudes e não concordo com nada.
Até ai, tudo bem. Não é preciso aprovação para agir... algumas vezes, é claro.
Porém, me sinto como se nada se parecesse comigo, não encontro identificação.
Observo aqui, ali ... Participo dos diálogos. Visto a capa da miss simpatia.
Mas no fundo, nada daquilo sou eu.

Não há como me mostrar. Caso o fizesse, seria como água e óleo. Heterogêneos!
Já pensei tantas vezes em participar do mundo da massa ...
Mas meu senso crítico, analítico das coisas, ruge como um leão enjaulado.
Triste assim, mas pura realidade.
Me sinto alguém profunda demais, tentando viver em poças d'água.
Esta minha "falta de gente", faz com que eu me encante por poucos.
Ai, eu pulo de braços apertos (num sei onde, nem porquê).
Ao fim, acabo machucada. Tentativa número mil frustada!
Se para mim, interagir com muitos é difícil, com um só se torna vício. Loucura.

A verdade é que eu procuro o máximo das sensações, das emoções, do tudo!
Porém, as pessoas não estão dispostas à isso.
Deve ser complicado entender pessoas como eu.
Que precisam desta dose de adrenalina, que necessitem ser AMADAS em maiúsculo ...
Que amam poucos, mas AMAM demais ...
Que buscam a verdade total,
O oito ou oitenta.
Que não se contentam com um talvez ou não sei, quem sabe (...)
Sou uma sugadora. Não suporto dúvidas. Elas me torturam.

Então gente, não vou felicitar ninguém...
Para ser sincera, eu nem sei como foi ou será o seu fim/começo de ano.
Não vou fazer como seu parente que não sabe nada sobre você, nem procura saber...
E nessas datas vem repletos de palavras prontas (desejando felicidades e blá, blá, blá)
Ou o camarada que tenta de ferrar o ano todo no trabalho, na vida ... e ....
Chegando está data, ele virá a pessoa mais generosa e arrependida do mundo! Que coisa, hein!
Não, eu não sou rancorosa... Não estou dizendo que você não deve perdoar.
Só estou falando, que eu espero que a hipocrisia passe bem longe da minha porta.
Porque se passar na frente, eu dou com a porta na cara dela!



HoUhOUhouHoU!

domingo, 16 de novembro de 2014

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

O quê de você ficou

A gente tinha tudo para dar certo. Acho que confiar nisso tenha sido nosso maior erro...
Nós éramos tão parecidos. Gostávamos das mesmas coisas, nos entendíamos em quase tudo.
Até nos defeitos havia um certo encaixa.
O silêncio no momento de tristeza.
O orgulho falando alto!
O ar de frieza, escondendo um coração enorme.
A impulsividade na hora da raiva.
A necessidade de isolamento.
O pensamento excêntrico.
O medo do amor (...)
Esse medo que nos fazia tão relutantes para se entregar - mesmo que por dentro, ele já tivesse nos consumido.
A vida já havia nos distanciado anos antes, então em um certo ponto, ela nos reaproximou.
Não sei dizer se foi a hora errada, ou se esse tal destino não queria a gente junto.
Eu só sei dizer que, nós falhamos.
Falta de maturidade, medos, ansiedade, pouco conhecimento próprio, sei lá. Nossa missão terminou numa manhã sem graça.
Cada um juntou seu último fio de esperança e tocou a vida pra frente...
Somos tão homogêneos que escolhemos um presente parecido. Bem parecido!
E mesmo que em quase noventa por cento do tempo eu me sinta satisfeita; ainda carrego uma estranheza dentro de mim.
É como se entre nós tivesse ficado algo inacabado. E bem, eu não tenho muita certeza sobre o futuro que construo agora.
É, estas mesmas dúvidas que um dia, nos afogaram. Tenho temor delas. Porém, elas ainda não me deixaram.
Às vezes, penso em como você está. Ainda procuro saber sobre a sua vida.
Só para eu ter a certeza de que você já me superou, e que hoje, tudo está da forma que deveria ser.
Pra te falar a verdade, eu nunca mais joguei aquelas partidas de sinuca de sexta à noite.
Elas não teriam a mesma graça.
Ninguém mais rouba comida do meu prato com aquele olhar sarcástico, tão seu...
Também não houve mais longas conversas embaladas a vinho barato, num beco qualquer.
Não senti mais "ódio" da palavra (sxhúúcooO), que por sinal, você pronunciava desta maneira infantil. Nunca mais à ouvi...
E por fim, dentre tantas outras coisas... Eu só posso dizer que, vivi todas elas apenas com você. Somente contigo.
Ainda tenho uma, mentira... duas fotos suas. E sinceramente, espero que você ainda mantenha aquele sorriso lindo!
Não esqueci seu telefone.
Mas jamais me atreveria a revirar esta estória.
Me contento em tê-la na mente, e vez ou outra folheá-la, procurando em que parte iniciamos seu fim.
E que nesta nova fase da vida, nos brindemos aos recomeços com alegria!
E que eles sejam mais felizes que o nosso sempre, tchau.

terça-feira, 26 de agosto de 2014


A última porta


Bati em sua porta,

Te tomei pela mão,

E desejei que você fosse o último,

Tanto quanto quis o primeiro...

Te pintei num romance perfeito,

Imaginei você meu príncipe no meio de todos aqueles sapos!

Pensei que fosse
diferente,

Nosso retrato sem borrões,

Nenhuma parte da história para esquecer,

Nenhum sentimento desigual.

Mas esses meus amores,

Ele sempre vem e vão.

Sempre espero que o próximo seja o “certo”,

E essa alma gêmea,

Ah! Ela nunca vem!
Nosso filme ainda não acabou,
E eu já vejo a última cena...
Aquele tchau querendo ficar,
O vidro embaçado,
E muitas noites mal dormidas,
Pelo menos, de minha parte.
 
Acho que eu continuarei sendo essa incógnita


A mulher perfeita e sempre, insuficiente.

Ora muito louca, ora muito normal...

Muito para dividir tudo com alguém.
Já vou me acostumando com as tempestades,
Algumas deixam mais estragos que as outras,
Mas todas sem exceção, deixam duras marcas.
É isso que elas tem em comum.
E quer saber, ninguém precisa entender esse meu jeito...
Eu abro uma Coca-Cola e vou vivendo,
De tempos em tempos,
Eu me acostumo com essa solidão mesmo à dois.
Eu e você, mas só,
Por enquanto...

Fecho a porta.
 

Adeus!

 


sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Encontrei um texto que me descreve, é a autora também é de Leão...nada mais justo. Afinal,
somente uma leonina cheia de atitude para entender a personalidade de uma mulher verdadeiramente forte!

Escrito por: Leca Lichacovski em www.cerejanoombro.com / Postado por: Daniel Bovolente em blog, Entre Todas As Coisas

Ela é de Leão

Nem perca seu tempo pedindo que ela não vá àquela festa. Ela vai independentemente de sua vontade. Ela é dona de si, das suas escolhas e vontades. A afronta não é por mal, rapaz... Mas receber ordens (ou algo que se assemelhe a elas) é inaceitável.
Eu sei o que você sentiu quando a viu pela primeira vez. Também sei que isso só aumentou com a primeira conversa. Ela envolve, prende, domina e a gente nem percebe que está caindo nessa. Ou, se percebemos, nem ligamos, porque ela é tudo isso.
Ela não é muito de amar. Nunca me contou as histórias por inteiro, só sei que resultou numa mulher linda com um medo enorme de se envolver. Aliás, de perder o controle. Ela precisa ter tudo sob seu comando e emoções estão em um campo que ela ainda não aprendeu a coordenar.
Mas, quando ela ama... Se você conseguir chegar no ponto em que ela ama, cara, você é um homem de sorte. Elogie-a sempre. Diga o quanto está bonita e cheirosa - ela sabe retribuir bem, seja com palavras ou ações. Será sua melhor companhia. E vai te proteger de tudo que puder, com garras e dentes.
E prepare-se para o sexo, porque ela é daquelas que gosta mesmo e não tem nenhum tipo de vergonha em admitir. Não vê tabus, mas oportunidades.
Entretanto, também preciso te avisar que, não importe o quanto ela o ame, ela sempre virá em primeiro lugar. Não que você seja "só mais um", mas acontece que ela é de Leão. Ela é fogo. E com fogo não se brinca.

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Sobre o que se escreve, Para quem se escreve

Minha inspiração vem sempre regada a falta de sono e muito barulho...
Sim, estou falando do período noturno. Então, você deve se perguntar;
- Barulho? À noite?!
Não, não escrevo em volta de um churrasquinho de sexta-feira com amigos!
Escrevo no silêncio da madrugada.
Mas a minha mente, bem ela nunca para. Seu horário predileto?
O momento que só ela fala, e como fala!
Mil ruídos,
Mil ideias,
Frases giram em torno de mim.
Sinto-me ir quase arrastada à transcrever tudo que meus pensamentos exigem ...
E eles nunca sossegam enquanto o desabafo não está feito!
Escrever é muito gratificante, e triste ao mesmo tempo.
Quem escreve, geralmente tem memória de elefante e costuma ser um exímio observador.
O lado bom é que a gente costuma ter uma visão de mundo detalhista e apurada;
A parte ruim, é que nem sempre sentir tudo a flor da pele é tão bom assim.
Além é claro que, nós "matutamos" tanto sobre amores, pessoas, expectativas, vida...
Ah, a vida!
No fundo, quem escreve também quer resposta.
Uma resposta para si mesmo, vinda de si.
Que sarro!
Quem escreve procura algo.
É, alguma coisa escondida lá no mais íntimo do "buraco negro" de uma mente pescadora!
Confuso?
Se escritores fossem seres tão práticos, provavelmente estariam resolvendo cálculos.
Porém,estamos sempre divagando sobre o abstrato, ainda não totalmente conhecido ou RE conhecido.
Somo sim, ímpares. Sempre em busca de seus pares.
No fundo, acho que todo mundo é meio escritor.
Afinal, quem não tem uma história para contar?
Só quem nunca viveu, nem chegou a terra pisar!
A diferença, é que alguns não conseguem usar as palavras na forma escrita com tanto vigor.
Não possuem habilidade nata para despir seus sentimentos de forma tão escandalosa!
Mas nada os impede de treiná-la. E muitos o fazem na necessidade ...
E há aqueles como eu, que escrevem por paixão, necessidade, hobbie, tara por sílabas, sei lá...
Só sei que em cada verso, sempre descubro algum lado de mim e dos outros também.
Talvez você já tenha se identificado com algo quem eu tenha escrito,
Quem sabe, eu tenha dedicado mesmo aquele poema à você...
Ou, pode ser que a gente nem se conheça!
Entretanto, o mais incrível de tudo é que de fato, as pessoas se interligam por pensamentos,
Sensações,
Lembranças,
Momentos,
Palavras...
E as palavras nos permitem voar por qualquer vivência.
Através de qualquer época.
Em qualquer circunstância.
Mergulhar na mente de qualquer pessoa,
Seja ela conhecida ou não.
E isso é eterno.
Pode-se voltar atrás no que se fala,
Não quando se escreve.
A escrita é um registro, uma marca.
É uma prova irrefutável de que algum dia,
Em algum lugar,
Um alguém... tinha uma intenção, um desejo, um sentimento, uma ideia, um plano.
E o transmitiu e mais que isso...
O eternizou em sua vida e na vida de alguém!
Por isso, digo : - Escrever é dividir a memória.

segunda-feira, 21 de julho de 2014




Que ele deixe de doer,
Que seja luz para dissipar as trevas,
Que seja sorriso no lugar das lágrimas,
União em vez de distância,
Dois,
Não um.
Presença, Ausência

Sinto um temor quando você se afasta,
Aliás, isto nem precisa ser concreto...
Só o pensamento dizendo que isso está acontecendo,
Apenas ele, já é o suficiente para me tirar o sono,
O sorriso,
A fome,
A paz...
Talvez porque um dia isso já tenha nos acontecido.
Baby, você não sabe o que tua presença causa em mim.
Quando te vejo mergulhado em pensamentos,
Quando te observo em silêncio profundo,
Quando reparo que, você aqui está, tão perto e tão longe...
Sinto a minha alma congelar.
Porquê eu quero roubar teus pensamentos,
Eu quero colar teu corpo no meu todos os dias,
Eu desejo que você me ame cada dia mais,
Eu preciso ser tua alegria para eu ser feliz.
Pensar em tua ausência me deixa sem chão,
Cega,
Presa,
Imóvel,
Em queda!
E se um dia,
Se um dia eu não for mais teu amor,
Me avisa um pouquinho antes,
Só pra eu me acostumar.
Se por acaso, não me quiseres mais como tua amada,
Não quero que a dor prevaleça,
Então, me dê a certeza que encontrou alguém melhor...
Uma pessoa capaz de te amar mais que eu.
Embora, eu acho difícil que encontre alguém com esta qualidade...
Espero ao menos, que ela lhe todos os motivos para sorrir,
Todos aqueles que eu havia imaginado para nós.
E que quando vocês estiverem juntos,
Se amando,
Que tu não lembres nem por um segundo de mim.
Pois se isso acontecer, tenha certeza de que...
Eu era a pessoa certa para estar entre teus braços.
Mas, por tudo...
Não poderei regressar,
Nunca mais.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Tem dias que eu acordo com um medo danado!
Eu sei que, às vezes sou injusta com o instinto natural humano.
Afinal, errar deveria ser algo que faz parte do aprendizado da vida.
Mas neste mundo, não é assim que funciona.

Existem erros que não nos permitem consertos imediatos, muito menos remendos.
Algumas pessoas à nossa volta, não entendem ações que não dão certo.
Mesmo que elas sejam carregadas de boas intenções, no fim...
Acertar é o que vale.

Eu não gostaria de ter que dizer isso. Mas é um desabafo.
Afinal, as pessoas costumam ser tão intolerantes!
A verdade é que  nós somos duros demais com a gente...
Com os outros. E a vida vai... Assim, vai.

Um erro injustificável, tentando cobrir o outro.
Um sorriso amarelo mediante ao fracasso...
O autoflagelo que não perdoa nem a si, nem o próximo.
Todos mais exigentes, mais culpados, mais infelizes.

- Vontade de voltar a ser criança... Ops!
As crianças não são mais poupadas...
Precisam nascer praticamente sabendo o que devem ou não fazer.
Não existe mais experiência, paciência, criação, impulso, nada.

Somos agora todos muito adultos!

E eu ainda aqui, com medo da solidão.
Com medo do escuro. Com medo de mim, de você.
Eu já tenho 20 anos. VINTE ANOS! Aqui o tempo é curto.

E com essa enorme angústia,
Guardo um grande desejo.
Vontade de viver o mundo do meu jeito,
De ver as coisas nessa minha visão, assim imperfeita.

De ponta cabeça, mergulhar num cometa, descobrir o paraíso que ainda não senti...



Escrito por: Larissa Lunelli - Em 16/07/14 às 01:12

sábado, 21 de junho de 2014

Amar Sem Medida

Um paradoxo, eu sei...
Mas, quando você me abraça sinto um calor congelar-me de tão intenso que é. Do amor e do medo que dá, tudo ao mesmo tempo.
Nunca me senti tão idiota assim, mas você me desperta e me faz adormecer tão bem (...)
Naquele dia, quando você pegou em minha mão, não fiquei sem graça...
Fiquei sem ar! Fiquei com lágrimas querendo saltar dos meus olhos.
Quer saber? Adoro saber que existe esta aliança na sua mãe direita.
Sinto como se estivéssemos conectados, mesmo quando não estamos lado à lado.
Você é o cara que eu escolhi pra mim.
Você é a medida certa de tudo que eu sonhei!
E qualquer coisa pequenina, qualquer bobagem à toa que fazemos juntos, é tão especial e cheira a paz.
Ei, moço... Não sei se você já sabe, mas minha casa é o teu abraço. Minha felicidade é do teu lado. Meu sorriso é quando você abre a porta do carro e diz: - Oi, mominha! Cheguei...
Meu único desejo, é que até o fim dos dias, eu seja essa parte incompleta que se junta com a tua tornando-se plena e única.
Que eu possa adormecer muitas e muitas noites grudadinha em você e que eu acorde algumas vezes na madrugada só para te olhar enquanto você dorme.
Que a gente discorde de algumas coisas, só para descobrir que podemos encontrar uma nova resposta, juntos. E que ela seja diferente de tudo que pensamos individualmente.
Que possamos fazer muitos programas estilo índio e alguns no melhor jeito sacana, hahaha!
Me doe um pouquinho dessa sua maturidade com gostinho de aventura, que eu te empresto minha menina-mulher descobrindo o mundo. Que a gente continue sendo esse misto gostoso, apaixonante e verdadeiro.
Que independente de qualquer coisa, você acredite e confie no que eu te digo: - EU TE AMO!
E se para sempre for muito tempo...que eu morra mais cedo, de preferencia antes que você... Mas que eu esteja contigo quando essa hora chegar. E que até lá, você já tenha me cedido seu sobrenome.
 
Então, morrei feliz...