Dói, o amor dói.. Não amar também dói.. O vazio dói. Se te amar causou-me dor, tentar não amar-te me doeu ainda mais.
Este blog é mais do que palavras formuladas, é uma forma de dar vida a sentimentos, pensamentos, idéias e pessoas. Nem todas as coisas aqui escritas dizem respeito a mim, mas talvez a muitos personagens com os quais você pode se identificar. Porque a vida imita a arte, e a arte imita a vida.
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sexta-feira, 20 de abril de 2012
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Tempo ao Tempo
A bagunça dos meus pensamentos são causados pela distância,
Pela falta dos teus beijos e do teu cheiro que ainda está no ar,
Pelo teu sorriso tão bonito, que já nem vejo mais...
E a saudade briga com o orgulho,
Discutem os dois enquanto o silêncio vem me consumir.
Eu vou mentir se disser que não dói,
Pois teu travesseiro continua lá...
E a tua imagem vem me perturbar.
De repente o que parecia tão bom,
Transformou-se em calvário,
Em frias e amargas lágrimas.
É a falta daquilo que nunca foi meu e jamais será.
Pela falta dos teus beijos e do teu cheiro que ainda está no ar,
Pelo teu sorriso tão bonito, que já nem vejo mais...
E a saudade briga com o orgulho,
Discutem os dois enquanto o silêncio vem me consumir.
Eu vou mentir se disser que não dói,
Pois teu travesseiro continua lá...
E a tua imagem vem me perturbar.
De repente o que parecia tão bom,
Transformou-se em calvário,
Em frias e amargas lágrimas.
É a falta daquilo que nunca foi meu e jamais será.
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Calados
Vem sobre mim o teu olhar,
Você me mata pouco a pouco,
Enquanto eu ouço palavras mudas.
Em cada canto algo escondido,
Uma parte de nós que eu não sei,
E sinto que muito pouco de nós,
Muito pouco é do jeito que pensei.
Começamos de maneira estranha,
Nada comum devo dizer,
Mas acreditei que poderiamos mudar,
Seguir a estrada sem lembrar o antes.
E...
Seu silêncio me perturba,
Só consigo imaginar o que achei,
De repente fica tudo suspendido,
E o amor lutando contra a dúvida.
Nossas nuvens negras engolindo o céu,
Eu e você, procurando a luz,
Tentando ver estrelas, achamos escuridão.
Dividimos nosso erros sem dizer não.
Sem nada a falar,
Sabemos ainda assim,
Que acertar custa,
Custa duras verdades...
sábado, 7 de abril de 2012
O mundo seria um tanto chato se fosse vazio. Não falo de um vazio por inteiro, mas de um desaparecer de pessoas. Embora sejamos o maior problema deste universo, mesmo assim, continuamos sendo a única solução. A completude de tudo que há, os olhos que vislumbram a riqueza que não é nossa, porém temos a honra e o dever de partilha-lá e lhe fazer valer a existência.
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Corrida para Viver
É preciso calma e uma dose de força,
Seguindo em frente sempre atenta,
Dizendo a si e aos outros que não pode cair.
Pois levantar-se custa para a alma,
Dói- a como se calejasse de espinhos,
Entra num labirindo intransponível,
E rastejar-se é em demasia arrisgado...
Sempre haverá alguém com votos ruins,
Cuspindo em sua sorte e querendo seu fim,
Poucos para aplaudir ou dar a mão,
O mundo é uma disputa injusta.
terça-feira, 3 de abril de 2012
Escolhas
Quando o dia chega ao fim,
Vejo o que tudo ele deixou,
E o que continua aqui.
É estranha a sensação,
O passo mundando a vida,
Hoje tenho tudo,
Amanhã, nenhuma saída.
E abandonar sonhos não dá,
Não está em minha lista,
Mas não posso dizer,
Que não vai doer a despedida.
E entre escolhas medidas,
Há dúvida também,
Existe o medo de magoar alguém.
Porém a completude a custo vem,
E tudo que hoje é inteiro,
Sabe- se que um dia, foi metade.
O mundo se fez aos poucos,
É a lei da existência,
A cada um resta um tanto,
Uma essência.
quarta-feira, 28 de março de 2012
Resposta
Me poupe de seus comentários,
De seu ar depochado,
Seu jeito fútil de ser...
Poupar as palavras é bom,
Sábio é aquele que consegue,
Mas vence sem anunciar,
Que caminha sem olhar para trás...
Não preciso esbanjar sorrisos,
Nem tampouco me mostrar ao mundo,
Pois meu próprio julgamento me basta,
E viver o meu momento é essencial.
Eu sou o meu maior ideal,
O que me fortalece,
E o resto, é resto!
Não há tempo para ninharias.
domingo, 25 de março de 2012
Morte
Pedaço de gente,
Retrato quebrado,
Face desfigurada,
Coração parado.
Abriu-se a porta,
Um entre e sai,
Uma multidão...
Ela olhou,
Esquerda e direita,
Ninguém viu,
Ninguém sabia...
Pobre moça,
Sozinha, sozinha!
Quarto de hospital,
Sempre tão igual,
Lágrimas corriam.
Chorava mãe,
O pai e irmão,
Médico e enfermeira,
Tentando o reanimo,
E nada.. tic-tac e nada...
Na UTI o desanimo,
Alguns segundos,
Muitas horas ...
Caiu por completo,
Esvaiu-se os batimentos,
O oxigênio, a pulsação.
E a moça olhava,
Queria voltar,
Não podia..
Veio um anjo,
Agarrou sua mão.
Da terra partiu,
Dor deixou,
A falta que fazia,
Tempo algum,
Jamais curou.
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