Pesquisar este blog

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Dói, o amor dói.. Não amar também dói.. O vazio dói. Se te amar causou-me dor, tentar não amar-te me doeu ainda mais.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Tempo ao Tempo

A bagunça dos meus pensamentos são causados pela distância,
Pela falta dos teus beijos e do teu cheiro que ainda está no ar,
Pelo teu sorriso tão bonito, que já nem vejo mais...
E a saudade briga com o orgulho,
Discutem os dois enquanto o silêncio vem me consumir.
Eu vou mentir se disser que não dói,
Pois teu travesseiro continua lá...
E a tua imagem vem me perturbar.
De repente o que parecia tão bom,
Transformou-se em calvário, 
Em frias e amargas lágrimas.
É a falta daquilo que nunca foi meu e jamais será.

sábado, 14 de abril de 2012


Mas é claro que o sol vai voltar amanhã, mais uma vez eu sei.
Renato Russo

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Calados

Vem sobre mim o teu olhar,
Você insiste no silêncio,
Você me mata pouco a pouco,
Enquanto eu ouço palavras mudas.

Em cada canto algo escondido,
Uma parte de nós que eu não sei,
E sinto que muito pouco de nós,
Muito pouco é do jeito que pensei.

Começamos de maneira estranha,
Nada comum devo dizer,
Mas acreditei que poderiamos mudar,
Seguir a estrada sem lembrar o antes.

 E... 

Seu silêncio me perturba,
Só consigo imaginar o que achei,
De repente fica tudo suspendido,
E o amor lutando contra a dúvida.

Nossas nuvens negras engolindo o céu,
Eu e você, procurando a luz,
Tentando ver estrelas, achamos escuridão.
Dividimos nosso erros sem dizer não.

Sem nada a falar,
Sabemos ainda assim,
Que acertar custa,
Custa duras verdades...

Quem de nós revelará primeiro?

sábado, 7 de abril de 2012





O mundo seria um tanto chato se fosse vazio. Não falo de um vazio por inteiro, mas de um desaparecer de pessoas. Embora sejamos o maior problema deste universo, mesmo assim, continuamos sendo a única solução. A completude de tudo que há, os olhos que vislumbram a riqueza que não é nossa, porém temos a honra e o dever de partilha-lá e lhe fazer valer a existência.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Corrida para Viver

É preciso calma e uma dose de força,
Uma, duas e mais manobras para viver,
Seguindo em frente sempre atenta,
Dizendo a si e aos outros que não pode cair.

Pois levantar-se custa para a alma,
Dói- a como se calejasse de espinhos,
Entra num labirindo intransponível,
E rastejar-se é em demasia arrisgado...

Sempre haverá alguém com votos ruins,
Cuspindo em sua sorte e querendo seu fim,
Poucos para aplaudir ou dar a mão,
O mundo é uma disputa injusta.

terça-feira, 3 de abril de 2012

Escolhas

Quando o dia chega ao fim,

Vejo o que tudo ele deixou,

E o que continua aqui.

É estranha a sensação,

O passo mundando a vida,

 Hoje tenho tudo,

Amanhã, nenhuma saída.

E abandonar sonhos não dá,

Não está em minha lista,

Mas não posso dizer,

Que não vai doer a despedida.

E entre escolhas medidas,

Há dúvida também,

Existe o medo de magoar alguém.

Porém a completude a custo vem,

E tudo que hoje é inteiro,

Sabe- se que um dia, foi metade.

O mundo se fez aos poucos,

É a lei da existência,

A cada um resta um tanto,

Uma essência.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Problema algum será resolvido até que chegue-se a fonte de sua causa.

Larissa Lunelli             

quarta-feira, 28 de março de 2012

Resposta

Me poupe de seus comentários, 
De seu ar depochado,
Seu jeito fútil de ser...
Poupar as palavras é bom,
Sábio é aquele que consegue,
Mas vence sem anunciar,
Que caminha sem olhar para trás...
Não preciso esbanjar sorrisos,
Nem tampouco me mostrar ao mundo,
Pois meu próprio julgamento me basta,
E viver o meu momento é essencial.
Eu sou o meu maior ideal,
O que me fortalece,
E o resto, é resto!
Pois a vida é curta,
Não há tempo para  ninharias.

domingo, 25 de março de 2012

Morte

Pedaço de gente,
Retrato quebrado,
Face desfigurada,
Coração parado.
Abriu-se a porta,
Um entre e sai,
Uma multidão...
Ela olhou,
Esquerda e direita,
Ninguém viu,
Ninguém sabia...
Pobre moça,
Sozinha, sozinha!
Quarto de hospital,
Sempre tão igual,
Lágrimas corriam.
Chorava mãe,
O pai e irmão,
Médico e enfermeira,
Tentando o reanimo,
E nada.. tic-tac e nada...
Na UTI o desanimo,
Alguns segundos,
Muitas horas ...
Caiu por completo,
Esvaiu-se os batimentos,
O oxigênio, a pulsação.
E a moça olhava,
Queria voltar,
Não podia..
Veio um anjo,
Agarrou sua mão.
Da terra partiu,
Dor deixou,
A falta que fazia,
Tempo algum,
Jamais curou.